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"Com a experiência
da tradição construímos a modernidade"
Durante quase um século
de tradição na prossecução de importantes
empreendimentos de âmbito local e regional, a Associação
Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor (AECBP) congratula-se
pelos sucessos alcançados e parcerias estabelecidas em
defesa do espírito de solidariedade, do apoio recíproco
e da representação dos interesses dos seus associados
e das empresas da região.
A representatividade
cada vez mais significativa da AECBP nos sectores do Comércio,
Indústria, Serviços e Turismo tem permitido a acrescida
intervenção dos seus associados nos processos de
decisão e de dinamização do meio empresarial.
A AECBP disponibiliza
um conjunto de serviços técnicos especialmente direccionados
para o prestígio da actividade empresarial e para o desenvolvimento
profissional, económico, associativo, comercial e cultural
dos concelhos da Covilhã, Belmonte e Penamacor.
O diálogo permanente
com as diversas instâncias de decisão locais, regionais
e nacionais elegem a AECBP como parceiro na implantação
de uma missão estratégica orientada para modernidade
e para o progresso da Cova da Beira e da Região.
AECBP ao longo do tempo
A Associação
Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor foi fundada
em 1920 com a designação de Associação
Comercial dos Lojistas. Em 1939, por imperativo legal, transformou-se
em Grémio do Comércio do Concelho da Covilhã,
por alvará de 19 de Setembro de 1940.
Em 25 de Outubro de
1956, por Alvará do Ministro das Corporações
e Providência Social, o Grémio passou a designar-se
por Grémio do Comércio dos Concelhos da Covilhã,
Belmonte e Penamacor. Foi um passo importante para esta Associação
uma vez que a mesma viu alargada a sua área de jurisdição
aos concelhos limítrofes, caracterizando-a com objectivos
regionais.
Com a revolução
de Abril todo o panorama associativo foi alterado e o Grémio
deu lugar à Associação Comercial e Industrial
dos Concelhos de Covilhã, Belmonte e Penamacor. Os estatutos
foram publicados no Boletim do Trabalho e Emprego n.º 35
- 1ª Série de 25 de Setembro de 1977.
Foi, assim, dado um
passo fundamental para o desenvolvimento de todo este movimento
Associativo que tem promovido a solidariedade, representado condignamente
as respectivas actividades empresariais e tem imposto a necessária
credibilidade, assim como tem fomentado um são relacionamento
e apoio reciproco entre os Associados e a Associação.
Em 1983 adquiriu o edifício
onde está instalada, o que tem permitido a execução
de uma panóplia de actividades. No dia 10 de Janeiro de
1995 foi publicado no Diário da República a concessão
da declaração de utilidade pública.
A 3 de Maio de 2001,
por alteração deliberada em assembleia geral extraordinária,
a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos
de Covilhã, Belmonte e Penamacor passou a denominar-se
Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte
e Penamacor - AECBP.
Presentemente a Associação
tem vindo a reorientar os seus vectores estratégicos tendo
em conta as alterações no tecido empresarial, tirando
partido da sua tradição ajustando-a aos novos tempos
criando, assim, novos serviços orientados no sentido da
modernização dos mesmos.
Nesse contexto, em Dezembro
de 2001, foi apresentado o pedido de licenciamento do projecto
de arquitectura do edifício a construir no eixo TCT (novo
eixo de ligação entre Tortosendo-Covilhã-Teixoso)
destinado à sede e serviços da AECBP.
A AECBP passou também
a dispor, desde Março de 2002, de um Centro de Formação,
sito na Av. 25 de Abril, n.º 62, Covilhã, onde se
desenvolvem todas as actividades formativas da AECBP.
Isto porque se torna
necessário assegurar toda a prestação de
serviços de apoio e assistência técnica. Como
a realidade se altera a cada minuto que passa impõe-se
a criação de novas soluções para problemas
antigos e mais recentes.
Por isso, temos
a preocupação em promover o acesso à informação
e em desenvolver um aconselhamento técnico permanente.
Tudo para auxiliar os associados e as empresas nas suas tomadas
de decisões e orientá-los na candidatura aos inúmeros
incentivos existentes, contribuindo deste modo para a criação
de emprego e para o desenvolvimento do Interior e da Cova da Beira.
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